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13jun
Propriedade na região possui um dos maiores sistemas do país

A Agropecuária Erni Orlando Roos se consolida como empresa modelo em consciência ambiental, através de seus projetos de reflorestamento, mas é seu sistema de irrigação a maior referência para o mundo do agronegócio, pois além de ser o maior projeto do Rio Grande do Sul, é um dos principais do país. Mesmo em uma época de estiagem, a produtividade é garantida, com índices acima da média.

O empresário Erni Orlando Roos assegura que é possível fazer irrigação, produzir com sustentabilidade, reflorestando e preservando as águas. “Com consciência ambiental o agricultor produz de forma satisfatória, sempre respeitando o meio ambiente, este é o perfil da empresa”, observa. Segundo ele, irrigação é um sistema de alta complexidade, e para se obter efetividade em sua aplicação, são fundamentais quatro itens, terras adequadas para colocação de um pivô; disponibilidade de água; energia elétrica, e a propriedade atender às exigências legais junto aos órgãos ambientais.

A Agropecuária Erni Orlando Roos fez reflorestamento em torno de suas nove barragens, situadas na região de Santa Bárbara do Sul (sede) e Chapada, cada uma contando, em média, com 15 a 30 metros de área nativa, em seu entorno, procedimento adotado, bem antes da votação do Código Florestal Brasileiro. Atualmente 1.970 hectares da propriedade são irrigados e o sistema será ampliado para mais 800 hectares, atingindo cerca de 77% da área plantada, de 4 mil hectares. Anteriormente eram 27 pivôs, que somados a mais 16 irão totalizar 43 pivôs, sendo o maior projeto de irrigação do Estado. Além das barragens, foram reflorestadas todas as nascentes, com 50 metros de árvores nativas, ao seu redor.

“Possuindo irrigação para o milho, se colhe aproximadamente 200 sacas por hectare, com um aproveitamento extraordinário. Enquanto a parte não irrigada, tem uma produtividade de no máximo 50 sacas por hectare”, revela Roos.

Os benefícios também atingem a distribuição da uréia, que deve contar com boa umidade para sua penetração no solo, e, com o pivô, conforme Roos, esse aproveitamento atinge 100%. “Se plantar milho e soja e ficar dez dias sem chuvas, utilizando o pivô, o solo umedece uniforme e vem toda a planta. Só a chuva, não garante o nascimento da planta, pois o solo pode compactar”, explica.

Para testar ainda mais a eficácia do sistema de irrigação, esse foi o primeiro ano de um projeto experimental, de plantar milho precocemente, e após a sua colheita, na sequência foi feito o plantio de soja (safrinha), cujo resultado foi a colheita de 200 sacas de milho/ha e de 40 sacas de soja/ha, ou seja, foi invertida a ordem do plantio e colheita dos grãos, com cultivares próprias da empresa – que hoje dispõe de 30 variedades de sementes prontas para a safrinha – e mesmo assim, foi alta a produtividade.

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