Manhã Trigo 2018

Sementes Roos promove manhã tecnológica para mostrar potencial do trigo que vive momento otimista no mercado

Uma nova fase para o trigo gaúcho está em plena ascensão. Depois de um histórico de subavaliação devido a mistura das cultivares nos armazéns, a segregação se apresenta como a linha divisória na história do trigo no Rio Grande do Sul. Cultivares com potencial produtivo acima de 60 sacas por hectare recebidas nas moegas e armazenadas em silos de acordo com seu potencial – panificação ou melhorador – encontraram seu quinhão no mercado e estão deixando renda nas mãos dos produtores. Quem decide plantar pode optar em fazer uso da tecnologia e garantir preço e comercialização, ou continuar plantando apenas para ter cobertura de solo no inverno.

Foi este o cenário da Manhã Tecnológica realizada pela Sementes Roos no dia 27 de setembro, na sua área experimental localizada na entrada da cidade de Não-Me-Toque. Empresas que acreditam no produto e não param de investir em novas tecnologias comprovam as possibilidades da cultura.

Um campo dividido em duas partes para mostrar o comportamento da planta na fase de desenvolvimento e enchimento de grãos com uso de alta tecnologia, em contraponto com outra lavoura com menor uso de recursos tecnológicos. O objetivo foi apresentar para os produtores o potencial de 13 cultivares nos dois cenários.

Participaram da atividade desenvolvida mais de 200 agricultores, que visitaram as parcelas em grupos. Os parceiros da Manhã Tecnológica – Adama, Basf, Corteva, YARA, Dinastia Prime e Biotrigo, na área de sementes e insumos, além da empresa Augustin, com máquinas agrícolas – ofereceram oportunidade de atualização sobre manejos de invasoras, pragas e doenças, nutrição de plantas e genética de sementes tratamento industrial de sementes, fatores que influenciam no desempenho das lavouras.

Em cada estação os agricultores constataram a importância de contar com assistência técnica, que é oferecida pela Empresa Roos e também pelos representantes das empresas parceiras que mantêm pesquisa constante no desenvolvimento de novas cultivares e de produtos agroquímicos para combater doenças e pragas.

Todo ano tem novidade, desde a forma de semeadura até mistura de herbicidas e uso de nutrientes para tirar das sementes todo seu potencial produtivo, questões importantes especialmente neste ano em que o produto alcança se melhor preço dos últimos cinco anos. A cotação do cereal está em R$ 42,00 em média, 20% acima do preço mínimo da cultura.

A valorização é resultado da redução da safra no Paraná, maior produtor nacional, e do encarecimento da importação de trigo argentino, em razão da variação cambial.

Na abrangência da Sementes Roos – cinco municípios na região central e planalto médio do estado – o auge da colheita ocorre no início do mês de novembro. Até lá, os olhos dos produtores estarão voltados para o céu, esperando que a chuva não atrapalhe, e para a terra, cuidando para que as plantas não sofram com doenças e pragas.

Agroquímicos

O desafio das empresas é fazer com seus produtos sejam utilizados na medida certa e na hora certa para garantir a eficiência dos produtos. Para a correta administração das misturas e dosagens, os agricultores também devem considerar regulagem das máquinas, hora do dia, clima e época da aplicação.

São detalhes que os técnicos das empresas deixam claro se o objetivo é alcançar o máximo potencial das sementes, cujo conhecimento estão disponíveis para os produtores, como manter a área com uma cultura no inverno e fazer o controle de invasoras reduz as possibilidades de ter que lidar com a buva na lavoura de soja.

 

Fertilizantes

O uso de nutrição para as plantas vem sendo mais um detalhe que faz a diferença na hora da colheita. O técnico da Yara disse que o potencial produtivo depende da qualidade da semente e do clima, mas o produtor que quer tirar o máximo do potencial produtivo deve fazer uso da nutrição.

A Yara disponibiliza seu produto em grânulos uniformes com a fórmula completa, garantindo que toda a lavoura receba a dosagem indicada. Além disso tem peso maior que proporciona um alcance de até 10 metros a mais.

 

Preço e comercialização garantidos

A Empresa Roos está no terceiro ano praticando a segregação de cinco cultivares de trigo: 3 trigo pão e 2 melhoradores. O engenheiro agrônomo Rafael Magni explicou que a segregação (armazenagem em silo separado por cultivar) viabiliza preço e comercialização para o produtor. Mas a empresa só recebe de quem compra suas sementes, porque desta forma é capaz de garantir a rastreabilidade e não tem risco de descartar cargas por falta de uniformidade.

Também destacou o cuidado que a Roos adota para colocar suas sementes no mercado. Além de 88% de germinação, garante vigor 80%. A estimativa é de um saco a mais de produtividade a cada 1% de vigor.

As Sementes Roos também podem ser entregues com tratamento industrial que trazem entre as vantagens a precisão na dosagem, excelente cobertura e distribuição, manutenção do alto padrão das sementes, aumento da fluidez, redução da poeira pela maior aderência e   maior segurança do operador.

 

Lançamento

Os produtores ainda tiveram a oportunidade de conhecer o lançamento para a soja, o fertilizante foliar PrimeRR que poderá ser aplicado junto com o glifosato e vai acabar com o período em que as folhas ficam amarelecidas devido à ação do herbicida.

Espaço para as mulheres

No meio do campo uma tenda recebeu as mulheres. A presença feminina sempre foi significativa nos dias de campo da Empresa Roos, motivo para criar um espaço especial que pôde ser aproveitado após o circuito de conhecimento técnico. As mulheres receberam dicas de maquiagem e cuidados coma pele, além de um brinde especial.

 

Fonte: Jornal A Folha

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